Gestão da produção: saiba como otimizar na indústria têxtil

Gestão de produção na indústria têxtil

A gestão da produção precisa ser realizada com eficiência, sobretudo na indústria têxtil. Afinal, aqui, um erro pode causar a perda do material que precisará ser comercializado com valor mais baixo ou descartado.

Apesar de muitas organizações acreditarem que os processos delas são eficientes, na maior parte das vezes, ainda poderiam ser otimizados. Principalmente ao utilizar a tecnologia para controle de qualidade, automatização de processos e gestão de dados.

Pensando nisso, reunimos neste texto dicas de como otimizar as etapas do processo produtivo têxtil. Continue a leitura para descobrir!

Por que otimizar a gestão da produção na indústria têxtil? 

Otimizar a gestão da produção

A otimização da gestão da produção na indústria têxtil é uma prática estratégica! Afinal, ela é responsável pelo planejamento, organização e controle dos processos

Dessa maneira, ela possui impacto direto na produtividade, redução de custos, qualidade dos produtos finais e melhor aproveitamento dos recursos.

Logo, é papel dela garantir a melhoria e o aprimoramento constante dos resultados. Por isso, deve-se pesquisar e analisar o investimento e aplicação de práticas modernas, tecnologias e equipamentos inteligentes.

E a inovação, incentivada pela Indústria 4.0, fornece vantagens competitivas à fábrica, garantindo a evolução no mercado. 

Vale relembrar que esse conceito refere-se ao uso de ferramentas e soluções tecnológicas para a automação dos processos de produção. Nesse contexto, a digitalização é fundamental para a padronização de toda a cadeia têxtil.

Ou seja, os sistemas digitais são usados para gerar interconexão entre as máquinas. O objetivo é tornar a produção mais inteligente e eficiente graças à geração de dados reais

Portanto, aqui, ferramentas como computação em nuvem, impressão 3D, Big Data, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial (IA), contribuem com a eficiência produtiva.

Inclusive, segundo dados apresentados pelo Portal da Indústria, o mercado de Indústria 4.0 pode chegar a US$ 5,62 bilhões no Brasil até 2028! Esse número só reforça o impacto competitivo do conceito nas indústrias nacionais. 

Em resumo, a otimização da gestão de produção gera benefícios como:

  • Rápida identificação de cenários e problemas;
  • Correção de erros com agilidade e eficiência;
  • Redução de custos e de desperdícios de material e recursos;
  • Maior qualidade do produto e de oportunidades.

Sendo assim, separamos informações sobre o funcionamento das etapas de produção de confecção correspondentes a uma gestão realmente eficiente. Veja a seguir exemplos e dicas para se inspirar!

1. Recebimento

A primeira das etapas do processo produtivo é o recebimento dos rolos dos fornecedores. Aqui, assim que eles chegam, a gestão da produção precisa garantir que passem por uma inspeção

O objetivo é assegurar que o que foi estabelecido durante a compra, e na ficha técnica, esteja correto. É necessário avaliar características como tonalidade, gramatura, encolhimento, peso e largura.

Após a verificação, se o tecido é aprovado, ele segue para a próxima etapa. Quando algo não está conforme o combinado, ele volta para o fornecedor. Assim, os prejuízos são evitados e a qualidade é assegurada.

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2. Controle de qualidade

Essa etapa é um complemento da anterior. Aqui, a gestão da produção eficiente, incentiva uma inspeção mais ampla para controlar a qualidade

Ou seja, são verificados possíveis defeitos, comprometimento da área útil, qualificação e quantificação. Bem como de uma análise física de padrões de qualidade em cada um dos rolos.

Uma maneira de avaliá-los é através da revisão de tecidos com as Revisadeiras Delta Máquinas Têxteis. Essa é uma prática que não era aplicada na indústria têxtil. Isto é, os materiais passavam para as próximas fases do processo de produção sem a conferência da qualidade e o acabamento deles.

A falta dessa revisão gerava problemas durante o enfesto devido aos erros de dimensões, contribuindo para o desperdícios e aumento de gastos. O que, é claro, também causava problemas de qualidade no produto final.

Em certos processos tradicionais essa etapa é feita somente ao enfestar. Contudo, a inspeção inicial é fundamental para obter informações precisas quanto ao encolhimento e a torção, por exemplo.

Novamente, em caso de reprovação, o tecido pode voltar ao fornecedor por não conformidade. 

Quando aprovados, se precisarem de relaxamento são encaminhados para o processo. E quando não, podem ir direto para o armazenamento.

Utilizando esse processo também é possível quantificar os defeitos e analisar quais serão os impactos nas próximas etapas.

Leia também: Problemas na qualidade do produto têxtil: como resolver?

3. Relaxamento e enfesto

O descanso de malha, também conhecido como relaxamento, é um processo familiar para a gestão da produção. 

Nessa fase, os tecidos são estirados em superfícies por 24 a 48 horas para verificar a largura e comprimento. Porém, tradicionalmente ele é feito manualmente. 

Contudo, com a ajuda da tecnologia e equipamentos eficientes, é possível garantir ainda mais produtividade a esta etapa. A Relaxadeira de Malha e Tecido, por exemplo, graças à automatização, garante que o processo ocorra em uma velocidade de 30 metros por minuto.

Além disso, com ela, será possível monitorar e gerar informações importantes para o enfesto. Essa inovação elimina o descanso convencional e promove um relaxamento imediato de rolo para rolo. 

Tudo isso com base em uma série de dados reais sobre a largura, metragem, gramatura e rendimento do rolo que podem ser integrados ao ERP.

Já o enfesto é a etapa referente à preparação para o corte. Durante o processo, o tecido é colocado em camadas planas e alinhadas, para facilitar o recorte. Para que ele seja feito de maneira adequada, é preciso que haja uma padronização no processo. 

Por isso, o uso da Relaxadeira e equipamentos inteligentes de automação são fundamentais para a redução de falhas e otimização da gestão. Assim, a produção de larga escala ganhará maior agilidade, confiabilidade e rentabilidade.

4. Corte

Esta é a etapa final e, assim como as demais, precisa de cuidados. Entretanto, quando já se tem em mãos uma matéria-prima inspecionada, com dimensões estabilizadas e qualidade do tecido assegurada, fica bem mais simples obter peças sem falhas e defeitos. 

Além disso, problemas como a geração de peças de segunda qualidade são praticamente eliminados. Afinal, o controle de qualidade eficiente não permite que passem tecidos e malhas com defeitos.

É simples! O uso de soluções inteligentes, que seguem o conceito da Indústria 4.0, colaboram com a otimização da gestão. As máquinas e equipamentos citados são exemplo de investimento estratégico por eliminar possíveis erros, desperdícios, custos e falta de produtividade.

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E agora?

A sua gestão da produção é otimizada ou ainda precisa implementar mudanças? Caso ainda necessite de atualização, esteja ciente de que é importante tomar atitudes o quanto antes. 

Tais adaptações são essenciais para que a sua confecção passe a se adaptar à Indústria 4.0, garantindo a competitividade da indústria

Mas além do investimento e aplicação de soluções inovadoras, é papel da gestão eliminar gargalos em qualquer processo de produção. 

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